Para fãs de comics
(como eu), os últimos tempos têm sido fantásticos! Quem diria que meus gibis
favoritos virariam blockbusters
mundiais nos cinemas e na TV? Marvel e DC, as gigantes do ramo, conseguiram
transportar para o live action da
grande tela a fantasia dos quadrinhos. (graças a Deus pela Computação Gráfica!)[1]
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Dos quadrinhos para as telonas
quarta-feira, 8 de abril de 2015
A realidade dos Reality Shows
Acabou mais um Big Brother! Caso você tenha perdido a final, quem sabe distraído com a realidade política e econômica do país, o grande vencedor foi o Cézar Lima (quem??). E caso você não saiba o que é o BBB, quem sabe recém-chegado à Terra neste exato minuto diretamente do espaço sideral, explico: é um reality show, o mais bem sucedido destes programas da televisão onde pessoas ficam isoladas do resto do
mundo e participam de gincanas e competições, enquanto são filmadas ao vivo e
ininterruptamente. No Brasil, a moda começou
com o programa “No Limite” (Globo, 2000) e seguiu com “Casa dos
Artistas” (SBT, 2001), “Big Brother Brasil” (Globo, 2002), “O
Aprendiz” ( Record, 2004) e “A Fazenda” (Record, 2009). Sem contar inumeráveis programas de menor repercussão ou duração.
Devo confessar que acompanhei a primeira edição de alguns deles. Afinal, o conceito de ausência de roteiro e de atores profissionais ("a vida como ela é") é bastante atraente perante o marasmo da televisão brasileira. Além disso, quem não curte uma gincana, pelo simples prazer da competição?Entretanto, a sensação de novidade não durou muito. Com o sucesso, as redes de TV continuaram (re)produzindo-os, mudando apenas as
circunstâncias: ora numa ilha, ora numa fazenda; ora desconhecidos, ora quase-famosos... Pessoalmente, tenho dificuldade em compreender como uma programação tão repetitiva ainda atrai tantos telespectadores.
Porém, observando atentamente, percebemos que há outros atrativos para o telespectador.
| Charge do Quinho na revista eletrônica DomTotal |
Porém, observando atentamente, percebemos que há outros atrativos para o telespectador.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Como o cristão enxerga o mundo (parte II)
Uma cosmovisão bíblica vê o mundo como Criação. Nosso mundo foi
feito e é sustentado continuamente por Deus. As “leis naturais” descobertas
pela Física, Química e Biologia nada mais são que o ordenamento de Deus para a
manutenção de sua criação - aliás, os essa era a convicção dos fundadores do
conhecimento científico moderno, como Nicholas Copernicus (1473-1543), Galileo
Galilei (1564-1642), Johannes Kepler (1571-1630), Isaac Newton (1642-1727),
Louis Pasteur (1822-1895) e outros. Uma cosmovisão fundamentada na Criação verá
o mundo como fundamentalmente bom.
É importante notar que, após exercer sua onipotência fazendo
e moldando o universo, Deus incumbiu o ser humano de exercer um domínio
civilizador sobre a natureza, dando continuidade ao seu trabalho criador inicial
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Como o cristão enxerga o mundo (parte I)
De uns tempos para cá, especialmente entre cristãos
evangélicos, fala-se muito acerca de uma tal “cosmovisão”. Cosmo expressa a ideia de universo, mundo, totalidade – assim,
trata-se da maneira como alguém vê (visão)
o mundo (cosmo). É parecido com o que
popularmente chamamos “perspectiva de vida”; um marxista talvez a chamasse de
“ideologia” e a condenasse como um instrumento de dominação; um sociólogo a
denominaria “sistema de valores” e dissertaria sobre como nos parece natural
apesar de ser assimilada pelo convívio social; no dicionário, é sinônimo de
“concepção de mundo”.
Certamente, há outros fatores que nos influenciam e
orientam, mas nossa cosmovisão molda grandemente o modo como avaliamos as
pessoas, acontecimentos e conceitos à nossa volta, e a importância que lhes
damos. Mesmo sem pensar no assunto, nossas cosmovisões atuam como um guia
pessoal para a vida, como uma bússola ou um mapa para o viajante. Uma lente através da qual você vê tudo o mais à sua volta.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
O que dizer sobre o que vou falar?
Pois é, meu caro... Mas, por outro lado, "por que não?" É assim, com a despretensão apropriada ao mundo virtual - onde ninguém precisa pagar pela informação ou sequer sair de casa para acessá-la - que resolvo observar e escrever.
Meu assunto é o mundo, nosso mundo.
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